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22 abril 2020

MILITARES NO PODER: A UGANDA E O GOLPE MILITAR DE 1971


A eclosão da Guerra Fria teve seu auge nas disputas pelo o controle dos países africanos. Contudo, por volta dos anos 60 e 70, o socialismo da União Soviética passava à frente dentro de algumas nações africanas, como por exemplo, o caso de Uganda, assim, em 1966 com o apoio do exército local, foi suspendida a constituição que assegurava importante autonomia aos diversos reinos tribais, e instaurou-se um governo de caráter socialista, tendo como governante o político Apollo Obote (1924-2005).
O ditador Idi Amin Dada
No entanto, as atitudes de governo do recém presidente não agradaram o exército que tendo como líder o seu chefe de Estado maior, o militar Idi Amin Dada (1920-2003), e em 1971 implantou um golpe militar em Uganda, transformando-se em um governo ditatorial que durou por quase uma década. Esse período foi o mais violento da história de Uganda, no qual várias pessoas foram assassinadas e perseguidas.  Na publicação de hoje, trago um artigo em parceria com a esp. Amanda Natália dos Santos Sousa, que discute a situação social de Uganda com a tomada dos militares no poder a partir de 1971, apontando os seus aspectos políticos, econômicos e sociais.

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